As perspectivas brasileiras sobre governança nuclear são caracterizadas por uma aceitação da maior parte dos mecanismos de governança internacional existentes e por um foco no acesso à tecnologia nuclear. A tensão entre o Brasil e os mecanismos de governança atuais decorre da crítica doméstica, por um lado, à falta de progresso no desarmamento nuclear pelos Estados armados nuclearmente e, por outro, à natureza discriminatória das obrigações de não-proliferação – em especial, a sua expansão desde o fim da Guerra Fria. Uma preocupação particular refere-se ao foco na detecção, no lugar da contabilidade, de material nuclear e ao distanciamento em relação aos fóruns multilaterais como lócus para criação das normas. (Publicado como um Policy Brief por “Asia-Pacific Leadership Network for Nuclear Non-Proliferation and Disarmament” e “Centre for Nuclear Non-proliferation and Disarmament”, em fevereiro de 2015) (Disponível apenas em inglês)

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